segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Engenharia de Resiliência e a segurança no trabalho

Você já ouviu falar em Engenharia de Resiliência? E na sua empresa será que os gestores conhecem a Engenharia de Resiliência?

Para a engenharia de segurança, a Engenharia de Resiliência surge como um novo paradigma, pois trata-se de uma nova forma de pensar em segurança do trabalho levando-se em consideração, como as pessoas reagem ou podem reagir frente às constantes pressões sofridas no ambiente de trabalho.

Os complexos cenários envolvidos e a constante busca, por espaço no competitivo mercado, leva muitas vezes as empresas e seus funcionários negligenciarem as questões de segurança. Quando pressionados, indivíduos tendem a agir de uma forma muito mais arriscada do que a ideal e muito mais arriscada daquela que eles normalmente desejariam. 

Os acidentes de trabalho acontecem como uma sequência de eventos em série que decorrem de certas causas raízes (chamado modelo sequencial). Vários estudos já comprovaram que existe uma relação bem definida de causa e efeito entre seus elementos que podem ser considerados como: ambiente social e hereditariedade, falha individual, atos e condições inseguras, acidente e a lesão propriamente dita. 

Já, em outro modelo de estudo de acidentes do trabalho, chamado sistêmico, o acidente é tratado como o resultado da variabilidade de múltiplos fatores que compõem o sistema. Ou seja, muitas vezes o erro acontece por causas organizacionais e pelas pressões exercidas no ambiente laboral. Este modelo está mais alinhado à Engenharia de Resiliência uma vez que, as coisas podem dar certo através de intervenções proativas diminuindo a probabilidade dos eventos negativos. 

Mas o que é a Engenharia de resiliência?

Considerando que os recursos são sempre escassos e finitos, esta técnica preconiza a adaptação dos sujeitos que coabitam com possíveis problemas em sistemas complexos. A Engenharia de Resiliência, busca entender como os casos normalmente dão certo em vez de buscar causas específicas que apenas expliquem falhas de desempenho de componentes ou de um sistema, quando se tem ocorrências negativas. O foco é que a segurança se baseie na presença de fatores positivos como as habilidades e competências das pessoas para fazer com que o maior número de coisas dê certo.

Assim, mudar a visão de "evitar que algo dê errado", para "assegurar que tudo dê certo" é a mudança de paradigma que propõe um dos pioneiros dos estudos em Engenharia de Resiliência o professor dinamarquês Erik Hollnagel. O mesmo professor, desenvolveu em seus estudos quatro pilares para a resiliência:

·      Visão de antecipação;

·      Controle e monitoramento;

·      Poder de confrontar problemas;

·       Busca constante da aprendizagem com as ocorrências positivas.

Paralelo a isso, o comprometimento dos gestores em manter o equilíbrio ente a produção e a saúde e segurança no trabalho é fundamental para a amplificação da Engenharia de Resiliência.

A importância da Engenharia de Resiliência

Na Engenharia de Resiliência, os acidentes são vistos sob um outro ponto de vista e entendimento, proporcionando inúmeras oportunidades de melhorias nos processos de gestão em segurança no trabalho.

O estresse profissional caracterizado como uma importante doença do trabalho, nos últimos anos, não escolhe área, setor, cargo ou ocupação profissional para se manifestar. É um problema presente nos mais diversos tipos de empresas e se agrava à medida que longas jornadas de trabalho, pressões por resultados e mais recentemente com os smartphones e seus aplicativos de conectividade, subjugam as pessoas.

Portanto, implementar programas que contribuam com o desenvolvimento da resiliência por parte dos funcionários, é uma maneira de conciliar trabalho com equilíbrio emocional. Assim, esses indivíduos aprendem a enfrentar e superar as adversidades laborais, evitando assim muitos acidentes do trabalho.

O comportamento resiliente traz vários benefícios aos indivíduos e por consequência às empresas. Treinar as competências e habilidades pessoais para adquirir uma maneira mais positiva de perceber as adversidades é um caminho de gestão adequada em relação à saúde e segurança no trabalho, reduzindo o risco de acidentes e de doenças ocupacionais.

Por fim, como as empresas funcionam em cenários e ambientes complexos, praticando a Engenharia de Resiliência, os gestores conseguem compreender e identificar o que influencia o trabalho de suas equipes, tendo elementos para buscar melhor produtividade e lucratividade. Porém, não esquecer que a Engenharia de Resiliência deve aparelhar o ajuste dinâmico e o balanço equilibrado entre produção e segurança. O gestor não deve ignorar avisos de alerta quando este balanço tende a desequilibrar muito a favor da produção em detrimento da segurança. A segurança deve ser considerada como um conjunto de objetivos básicos da organização.

Como usar os preceitos da Engenharia de Resiliência nas empresas e medir se o sistema funciona bem?

Existe uma ferramenta quantitativa de análise do desempenho da resiliência nos sistemas, chamada Resilience Analysis Grid (RAG) que será objeto de uma nova postagem em breve.


05 de outubro de 2020
Professor Mario Fernando Mello
Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
UFSM



quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Engenharia de Segurança - Gestão das Normas Regulamentadoras-NR

Fonte: Google
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A portaria 3.214, de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego aprovou as Normas Regulamentadoras-NR, que ao longo do tempo foram se modificando e se modernizando atendendo as exigências de um mercado de trabalho em constante mudança.

Atualmente no Brasil existem 37 Normas Regulamentadoras-NR.

O objetivo das NR é apresentar os requisitos obrigatórios e necessários, em algumas atividades, de forma generalista e em outras de forma específica para tratar de atividades específicas.

Esta classificação tem objetivo de facilitar a implantação de um adequado sistema de gestão ocupacional, para o cumprimento da legislação, porém não tem caráter legal ou obrigatório, esta classificação. 

Cada organização, dependendo de seu segmento, pode alterar esta classificação, uma vez que cada NR trata de um tema, porém, muitas delas estão interligadas, existindo uma correlação que pode envolver assim, uma equipe multidisciplinar. 


As NR GENERALISTAS são aquelas que asseguram o sistema e são a base para às demais ações específicas.

Já as NR ESPECÍFICAS demandam cuidados especiais com determinadas atividades e normalmente requerem a atuação de técnicos especialistas, naquela área. Em função das suas especificidades, podem exigir direcionamento para outras normas técnicas, da ABNT, por exemplo.



Vou iniciar esta série de postagens tratando de uma NR Específica, a NR-12, que trata da Segurança em Máquinas, Equipamentos e Instalações. 

Fazendo uma livre análise a respeito da norma, sugiro a utilização de alguns indicadores em Segurança do Trabalho. Nos sistemas de Gestão em Segurança do Trabalho, não se pode prescindir de controles, métricas, diagnósticos, análises e ações de prevenção e correção visando ao principal objetivo que é a segurança do trabalhador. Porém, esta segurança, traz também benefícios para a empresa evitando afastamentos e consequentemente custos, muitas vezes bastante elevados.

A NR-12 é uma das normas mais extensas pela sua grande abrangência. São 12 anexos que orientam sobre as diversas atividades em máquinas, equipamentos e instalações. 

A seguir os 12 anexos da NR.

Fonte: Google
Percebe-se que para cada tipo de máquina ou equipamento existe uma regulamentação específica (anexos), ou seja, um conjunto de requisitos que precisa ser levado em consideração tanto para projeto, aquisição ou uso. Esses requisitos são muito importantes para garantir a segurança dos trabalhadores.

Um alerta importante, a respeito da NR-12, é que na aquisição de máquinas e equipamentos, sejam nacionais ou importados, a empresa deve atentar para que estejam em acordo com a NR-12.

Assim, observar os requisitos da NR-12 é valorizar tanto a proteção coletiva quanto a proteção individual dos trabalhadores. Tomar todos os cuidados na gestão da segurança do trabalho, visando diminuir a probabilidade de acidentes e doenças ocupacionais é um avanço em termos de responsabilidade social, qualidade de vida e respeito humano que a empresa pode galgar. Como contrapartida a empresa tem uma melhor e mais eficiente produtividade, melhorando assim o seu desempenho.

16 setembro de 2020
Professor Mario Fernando Mello
Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
UFSM


sábado, 5 de setembro de 2020

Gestão da mudança

Fonte: Google
 Vários empreendedores têm dificuldade em lidar com mudanças. 

A pandemia do Covid-19, só deu uma alternativa às empresas: ou muda, ou quebra.

 

Nos tempos em que a pandemia do Covid-19 tomou conta do mundo, administrar mudanças não é uma tarefa fácil. Os desafios para época normal, sem pandemia, já são imensos, imagina o quanto aumentaram nesta situação atípica.

Para gerir mudanças, o Professor John Kotter da Harward Business School, criou nos anos 2000, o que ele chamou de "modelo de oito etapas de Kotter". 

Revisitando o modelo, percebi que nada é mais atual que o modelo de Kotter, na gestão de mudanças.

 

Fiz uma livre análise do modelo e compilei as oito etapas elaborando uma sintetização para escrever este post. Assim, as oito etapas são as seguintes, adaptadas para este momento de pandemia:


Etapa 1 - Desenvolver as "cabeças" para a urgência- Abrir um diálogo franco com os funcionários sobre a situação atual do negócio frente à pandemia. O foco é convencer os funcionários de que a situação é extremamente difícil e, portanto, precisa de novas atitudes. Criar pequenas alterações no comportamento é fundamental. Se vários funcionários entenderem a necessidade da mudança, o senso de urgência se intensifica naturalmente. 

 

Etapa 2 - Criar alianças fortes- É fundamental conversar, explicar e convencer os formadores internos de opinião, para a necessidade da mudança. Lembre-se que os formadores de opinião, nem sempre são os gerentes/chefes. Muitas vezes são funcionários sem nenhum cargo de chefia, mas que exercem certa liderança sobre os demais.

 

Etapa 3 - Incentivar uma visão de mudança- As pessoas têm visões diferentes das diversas situações dentro da empresa. Envolver as pessoas-chave fará com que elas se sintam também responsáveis pela necessidade da mudança. A pandemia trouxe novos conceitos principalmente sobre serviços. Segurança e agilidade são desafios importantes a serem superados. Enxergar o cliente de outra maneira, também é desafio.

 

Etapa 4 - Veicular a visão de mudança- Divulgue sua mensagem a toda empresa independente da hierarquia. Fazer um bom e convincente "discurso" vai ajudar muito. Mostre o propósito da mudança. Não deixe as "fake news" se propagarem dentro da empresa.

 

Etapa 5 - Afastar possíveis obstáculos- As resistências de muitas pessoas podem se tornar obstáculos. Trabalhe arduamente para não atravancar as mudanças.

 

Etapa 6 - Prover vitórias pequenas e rápidas- Apresente indicativos concretos de que as coisas estão encaminhando-se para a direção certa. As vitórias imediatas e rápidas ajudam a criar a audácia para buscar as mudanças maiores.

 

Etapa 7 - Solidificar a mudança- Comemorar antes da hora não é uma boa política. As coisas mudam muito rapidamente, portanto solidificar as pequenas vitórias é base para a busca de desafios maiores.

 

Etapa 8 - Enraizar as mudanças na cultura corporativa- Cumpridas as sete etapas anteriores é preciso fundamentar nas rotinas de trabalho. Novos valores e comportamentos contemplados nas fases de mudança, agora passam a incorporar a cultura corporativa. Porém, isso não é por "decreto". É preciso que o líder não negligencie a parte emocional dos funcionários, fazendo com que eles percebam que os problemas decorrentes da necessidade de mudança, não se resolveram por conta, mas sim com o engajamento de todos. 

 

Por fim, considero este modelo extraordinário para a promoção da mudança, lembrando e ressaltando que o engajamento de todos é o melhor caminho. Não importa o tamanho da empresa, importa a necessidade, a vontade, a razão e o propósito para fazer as mudanças.


05 setembro de 2020
Professor Mario Fernando Mello
Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
UFSM

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Engenharia de Segurança no Trabalho e Indicadores de Segurança

Fonte: Google

 Uma das preocupações da Engenharia de Segurança é prevenir acidentes de trabalho, adequando os postos de trabalho, seguindo as recomendações legais melhorando assim, a qualidade de vida dos trabalhadores. 

Essas ações preventivas evitam ou minimizam que o trabalhador adquira doenças ocupacionais no desenvolvimento de suas atividades, bem como previne acidentes do trabalho.

 O atual cenário organizacional e empresarial exige gestores que apresentem uma postura adequada frente aos desafios que a segurança e a saúde do trabalho, lhes impõe. 

Ter um sistema de gestão na área de segurança e saúde ocupacional, proporciona à empresa impactos positivos em seu negócio. Cumprir os requisitos referentes à segurança e à saúde ocupacional tornam-se aspectos chaves para as empresas, pois apontam a sua preocupação com a responsabilidade social.

Assim, implantar indicadores de segurança do trabalho, para que as empresas façam uma melhor gestão de seus processos produtivos, respeitando, e, muitas vezes indo além da legislação trabalhista vigente, é um caminho para melhorar a gestão empresarial.

Diante deste contexto, as empresas que possuem um sistema de gestão da saúde e segurança do trabalho, permite que reduzam o número de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, além de proporcionar melhoria nas condições de trabalho dos funcionários. 

Os indicadores de segurança do trabalho são instrumentos que se utilizam de dados estatísticos para medir ou dimensionar eventos e também são utilizados para medir o desempenho de um sistema de gestão ocupacional. 

Sua importância está na capacidade de mostrar como está a segurança, a prevenção e a gestão no ambiente de trabalho. Os indicadores podem ser proativos ou reativos. 

Assim, após este estudo e uma livre análise do tema estudado, sugere-se às empresas utilizarem os seguintes indicadores proativos: 

a) controlar a utilização de EPI e EPC - Equipamento de Proteção Individual/Coletiva; 

b) identificar os riscos inerentes à operação; instalar CIPA e controlar número de membros;

c) implantar e medir frequência das auditorias nos sistemas de risco; 

d) implantar reuniões para tratar assuntos de segurança; 

e) medir os níveis de exposição aos riscos físicos, químicos e biológicos; 

f) medir quantidade de manutenções preventivas nos equipamentos; 

g) promover treinamentos periódicos aos funcionários. 

Como indicadores reativos, sugere-se: 

a) medir quantidade de dias sem acidentes de trabalho; 

b )medir quantidade de atos inseguros; 

c) medir número de incidentes; 

d) medir número de acidentes; 

e) medir número de afastamentos; 

f) medir quantidade de afetados por doenças ocupacionais; 

g) medir ocorrências somente com danos materiais; 

h) medir absenteísmo relacionado à doenças. 

Assim, com a implementação desses indicadores os gestores terão capacidade de tomar decisões mais assertivas, em relação a integridade do meio ambiente e a segurança ocupacional de todos os envolvidos nos processos.

Colaboraram com o estudo: Bruna Rigon, Bianca Chaves, Iasmim Teixeira e Sarah Rabaioli.

28 agosto de 2020
Professor Mario Fernando Mello
Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
UFSM

domingo, 17 de maio de 2020

Está pensando na "Tecnologia 4.0" para sua empresa? Veja alguns cuidados necessários que antecedem a implementação


Que a Revolução Industrial 4.0 é uma realidade, não temos mais dúvidas.
Porém, achar que a maioria das empresas já estão nela , ainda é prematuro.
Fonte: Google

No Brasil, o debate sobre a Indústria 4.0, tem ganhado espaço de como conectar máquinas, sistemas e pessoas ao processo produtivo, utilizando os vários conceitos já disponíveis, como a Internet das Coisas, Big Data e conceitos de virtualização.

Para sua implementação, existem alguns pré-requisitos básicos que não podem ser negligenciados pela cúpula da empresa.
Acreditar que somente a "Tecnologia 4.0" vai resolver os problemas e alavancar resultados, é uma ilusão.

Por isso, veja se sua empresa não está cometendo alguns dos erros clássicos, listados a seguir, para evitar de implantar o "caos 4.0" ao invés da "Tecnologia 4.0". 
A implementação tem boas chances de dar errado em organizações que:

1. Organizações que enganam e tratam mal os clientes (prazo de entrega, péssimo pós-venda), que tratam mal os empregados (sem programas de incentivo e progressão) e que tratam mal os fornecedores;

2. Organizações cujos gestores resistem à mudanças e que contribuem para um clima organizacional péssimo elevando o clima de não comprometimento dos funcionários;

3. Organizações que se preocupam em cortar o "cafezinho" para reduzir custos ao invés de buscar a eliminação de desperdícios através de métodos já existentes e consagrados;

4. Organizações que não investem no treinamento de seus funcionários e que não incentivam a criatividade dos mesmos;

5. Organizações que falham na comunicação interna e que não têm ética em seus negócios;

6. Organizações que negligenciam o cumprimento das NR, sejam elas específicas da sua atividade, ou as genéricas tipo a NR4 e a NR17.

7. Organizações que não dão a importância devida à responsabilidade social, ao meio ambiente e à sustentabilidade ambiental;

8. Organizações que deixam suas máquina e equipamentos sucatear, não realizando manutenções preventivas e preditivas;

9. Todos os cuidados anteriores são importantes e necessários, porém o mais importante de todos (entenda-se: nenhum é excludente) é fazer uma "gestão lean" antes de investir na Tecnologia 4.0. Não automatize o caos.

Não há dúvidas que de que a Tecnologia 4.0 pode trazer muitos benefícios às empresas. 
Repetibilidade, consistência, objetividade, controle e principalmente redução de custos, são alguns dos benefícios possíveis com a implementação. 
Mas, não se iluda: o caminho é árduo, mas a chegada, se bem programada, pode ser recompensadora.

17 maio de 2020
Professor Mario Fernando Mello
Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
UFSM


domingo, 8 de março de 2020

ARTIGOS ESCRITOS POR MIM PARA O SITE ADMINISTRADORES.COM

Como a busca pelos artigos as vezes pode ser um pouco complicada, resolvi fazer este resumo sobre todos artigos que escrevi para o site administradores.com, até fevereiro de 2020.

Convido meus alunos e amigos para a leitura, pois existem bons temas para pesquisa de trabalhos acadêmicos e também para aprendizado.

São 23 artigos escritos desde 2016 e estão em ordem cronológica do mais novo ao mais antigo.
Abaixo do título do artigo está o link que direciona para o site onde está hospedado o artigo.
 Àqueles que prestigiarem com sua leitura,
BOA LEITURA E PESQUISA!

23 - Feedback do querer e do saber
https://administradores.com.br/artigos/feedback-do-saber-e-do-querer


22 - Sete dicas para quando der um "branco" na hora de escrever
https://administradores.com.br/artigos/sete-dicas-para-quando-der-um-branco-na-hora-de-escrever-mario-mello

21 - Empreender é também administrar
https://administradores.com.br/artigos/empreender-é-também-administrar

20 - Os perigos da "espiral da morte" para os jovens empresários
https://administradores.com.br/artigos/os-perigos-da-espiral-da-morte-para-os-jovens-empresários


19 - Por que uma boa parte dos atendentes conversam entre si e não dão importância ao cliente que está em sua frente?
https://administradores.com.br/artigos/por-que-uma-boa-parte-dos-atendentes-conversam-entre-si-e-nao-dao-importancia-ao-cliente-que-esta-em-sua-frente


18 - Porque a educação empreendedora visando a responsabilidade social deve ser incentivada
https://administradores.com.br/artigos/porque-a-educacao-empreendedora-visando-a-responsabilidade-social-deve-ser-incentivada


17 - Filantropia: da tradicional a uma nova filantropia
https://administradores.com.br/artigos/filantropia-da-tradicional-a-uma-nova-filantropia


16 - A importância de controlar os "custos invisíveis" nas organizações
https://administradores.com.br/artigos/a-importancia-de-controlar-os-custos-invisiveis-nas-organizacoes


15 - A importância de indivíduos e empresas trabalharem juntos para incrementar a sustentabilidade
https://administradores.com.br/artigos/a-importancia-de-individuos-e-empresas-trabalharem-juntos-para-incrementar-a-sustentabilidade


14 - Dicas para ir bem no estágio em empresas
https://administradores.com.br/artigos/dicas-para-ir-bem-no-estagio-em-empresas


13 - A importância do capitalismo natural para o empreendedorismo e as mudanças nas práticas de gestão
https://administradores.com.br/artigos/a-importancia-do-capitalismo-natural-para-o-empreendedorismo-e-as-mudancas-nas-praticas-de-gestao


12 - Turbine sua carreira com ações simples no dia-a-dia
https://administradores.com.br/artigos/turbine-sua-carreira-com-acoes-simples-no-dia-a-dia


11 - A importância da matemática aplicada à negócios
https://administradores.com.br/artigos/a-importancia-da-matematica-aplicada-a-negocios


10 - O empreendedorismo e uma das faces do Balanced Scorecard
https://administradores.com.br/artigos/o-empreendedorismo-e-uma-das-faces-do-balanced-scorecard


9 - A dualidade do empreendedorismo por necessidade 
https://administradores.com.br/artigos/a-dualidade-do-empreendedorismo-por-necessidade


8 - Para empreender não tem idade
https://administradores.com.br/artigos/para-empreender-nao-tem-idade


7 - Inteligência emocional: clichê ou é importante para empreender? Parte 2
https://administradores.com.br/artigos/inteligencia-emocional-cliche-ou-e-importante-para-empreender-parte-2


6 - Inteligência emocional: clichê ou é importante para empreender?
https://administradores.com.br/artigos/inteligencia-emocional-cliche-ou-e-importante-para-empreender


5 - O jogo dos 7 erros no empreendedorismo
https://administradores.com.br/artigos/o-jogo-dos-7-erros-no-empreendedorismo


4 - Cinco razões para disseminar a educação empreendedora
https://administradores.com.br/artigos/cinco-razoes-para-disseminar-a-educacao-empreendedora


3 - O empreendedorismo e sua relação com o capitalismo natural
https://administradores.com.br/artigos/o-empreendedorismo-e-sua-relacao-com-o-capitalismo-natural


2 - A importância do uso de técnicas para empreender
https://administradores.com.br/artigos/a-importancia-de-uso-de-tecnicas-para-empreender


1 - Profissionais e empresas éticas
https://administradores.com.br/artigos/profissionais-e-empresas-eticas


8 de março de 2020
Professor Mario Fernando Mello
Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
UFSM




sexta-feira, 6 de março de 2020

AS QUATRO LIÇÕES DE CHURCHILL

Todos de alguma forma já ouviram falar de Winston Churchill (1874-1965).

Político britânico, segundo pesquisa da BBC nos anos 2000, foi considerado o maior britânico de todos os tempos.

Famoso, também, por ser um dos maiores, senão o maior, apreciador de charutos do mundo.

 Estatísticas não confirmadas (mas também não desmentidas) por sua filha Mary, dão conta de que ele tenha fumado cerca de 200.000 charutos durante toda sua vida.

Também considerado um dos homens mais corajosos do mundo, como primeiro-ministro britânico, durante a Segunda Guerra Mundial, carregou a última esperança de uma Europa democrática.

E, com sua astúcia e coragem, foi um dos principais algozes de Hitler, culminando com o fim da Segunda Guerra Mundial.

Essa lendária figura deixou alguns legados que servem até hoje. Um deles é o que ficou chamado de "As quatro lições de Churchill":

1. Mirar alto;
2. Nunca permitir que os erros ou críticas o derrubem;
3. Não desperdiçar energia com rancores, dissimulação ou conflitos internos;
4. Deixar sempre espaços para alegrias e pequenas conquistas.

Por fim, disse Churchill sobre a conservação de energia das pessoas:
"Nunca se levante quando pode se sentar e nunca se sente quando pode se deitar."

E então? Dá para seguir as lições de Churchill?






PS: Como mais uma dica, para conhecer um pouco mais da vida de Churchill, indico o livro "O charuto de Churchill."
Um caso de amor na paz e na guerra.




6 de março de 2020
Professor Mario Fernando Mello
Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
UFSM